Janeiro Branco: como a dor odontológica pode afetar o bem-estar

O Janeiro Branco, campanha voltada à conscientização sobre saúde mental, reforça a importância de observar fatores que influenciam o bem-estar. Entre esses fatores está a dor odontológica, experiência capaz de impactar o equilíbrio emocional e a qualidade de vida, especialmente quando se torna persistente.

Dor bucal e saúde emocional: uma relação direta

A dor de origem dental pode alterar hábitos essenciais do dia a dia, como alimentação, descanso e produtividade. De acordo com a International Association for the Study of Pain (IASP), dores crônicas tendem a afetar o humor, a disposição e o sono. No caso da dor odontológica, isso ocorre porque a boca é uma região altamente inervada, sensível a inflamações e infecções. Estudos como o de Locker (2007) apontam que desconfortos dentários prolongados prejudicam a concentração, aumentam a irritabilidade e podem até limitar atividades sociais. Dessa forma, o impacto da dor vai além do físico e interfere na sensação geral de bem-estar.

Principais causas de dor odontológica

Entre os fatores mais comuns estão:
• inflamações gengivais e periodontais;
• cáries profundas;
• infecções nos canais (polpa dentária);
• fraturas ou traumas;
• hábitos como bruxismo;
• alterações no contato entre os dentes.

Identificar corretamente a origem do desconforto é fundamental para orientar cuidados adequados.

A importância de uma avaliação criteriosa

Conviver com dor não deve ser considerado “normal”. A avaliação profissional permite compreender a causa, o grau de comprometimento e quais condutas podem contribuir para recuperar conforto.
Na Moldavita, cada caso é analisado individualmente, com abordagens seguras e embasadas em critérios clínicos, sempre respeitando as necessidades e limitações de cada paciente.

Cuidar da saúde bucal é cuidar do bem-estar

O Janeiro Branco relembra que equilíbrio emocional e saúde física caminham juntos. Quando a dor bucal é tratada com atenção e responsabilidade, há melhora não apenas no conforto, mas também na rotina e na qualidade de vida.

Fontes: International Association for the Study of Pain (IASP). Chronic Pain and Well-being, 2022. Locker, D. Psychosocial consequences of dental pain. Community Dent Oral Epidemiol, 2007.

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